Expectativas ao relento
Já não há o que existia
Despencam-se do alto
Ao chão não existem
Partida fugaz sem retorno
O que há de vir agora?
Não será o que foi e
nem persiste em existir
Palavras que forçam a noite
Não sabem onde estão
quem sem corrimão anda
esparcido e desviado de si
Faltou o diálogo? Faltou...
Não existe quem disfarça
e sente atravessada a vida
longe do que vê e fala?
sábado, 2 de abril de 2016
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