sexta-feira, 9 de setembro de 2016

O tempo bate na janela

O tempo bate na janela
Suave o vento entra
Resfria mãos cálidas
que tateiam o ar livre

Pudera partir de casa
e encontrar outra morada
A cada dia e a cada noite
Sopra a vida em todos

Fecha as cortinas longas
Há de saber o que fica
Por isso, muda e não sabe
já não é o de há pouco.

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